Como ficar longe da influenza?

A cada dia aumenta o número de vítimas da influenza no Japão. Um relatório do Ministério da Saúde informava que na primeira semana de dezembro, 160 mil pessoas haviam se infectado.

Tomar a vacina é uma das formas de prevenção

Para quem ainda não pegou e quer ficar longe da doença, estas são as dicas básicas segundo os médicos: tomar vacina e lavar a mão sempre que voltar para casa.
Muitas empresas chegam a promover a vacinação a todos os funcionários, assim como as classes de alunos que têm provas importantes nesse período do ano. Mas a vacina não resolve totalmente o problema, com apenas 60% de eficácia.
As principais formas de contágio da influenza são o contato pelo ar ou direto. O vírus se espalha através do espirro, tosse ou saliva.
Lavar as mãos é importante, porque o vírus pode estar presente em algum objeto que tocamos. O recomendado é usar sabonete e lavar bem entre os dedos, até o pulso.
Para quem não pode ficar lavando as mãos toda hora, existem vários produtos no mercado, como gel e spray com álcool para esterilização.

Não basta passar água na mão. É preciso limpar os vírus entre os dedos até os pulsos

MÁSCARAS E GARGAREJOS
Uma pessoa infectada pela influenza começa a transmitir o vírus um dia antes dos sintomas aparecerem. Cerca da metade das pessoas que carregam o vírus não chegam a desenvolver os sintomas.
Diante dessa situação surge a dúvida. Será quem máscaras e gargarejos são realmente eficazes?
Para alguns especialistas, não há como comprovar cientificamente a eficácia desses hábitos para a prevenção da influenza. O correto é que o paciente sim, use a máscara para evitar o contágio para outras pessoas.

Comer bem, dormir bastante e praticar exercícios: segredos para aumentar a resistência

RESISTÊNCIA PRÓPRIA
As estatísticas mostram que o pico da influenza é entre janeiro e março.
Também é preciso prestar atenção no tipo de vírus. Algumas pessoas chegam a pegar mais um tipo.
Por mais que se procure uma solução milagrosa, não há nada mais eficaz do que aumentar a própria resistência. A falta de sono e cansaço são os principais fatores que acabam com a resistência para que o corpo se proteja do vírus. Daí não há vacina que proteja.

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