Shizuoka tem menos helpers estrangeiros

É a primeira vez desde 2009 que o número de estrangeiros trabalhando como assistentes para idosos (helpers) em Shizuoka diminuiu. Em 2014 foram registrados 191 funcionários estrangeiros, em 121 estabelecimentos.


Por outro lado, o número de instituições que procuram candidatos estrangeiros na área chega a 697, revelando que a província sofre grande falta de mão de obra.
Província de Shizuoka elaborou guias em inglês para formação de helpers. Foto: Kyodo
Entre os motivos para a redução do número de assistentes estrangeiros, o jornal Shizuoka citou a transferência para outros setores manufatureiros que mostram sinais de recuperação e a mudança para outros locais fora da província.
Principais nacionalidades dos helpers atuais:
  • Filipina: 74
  • Brasileira: 41
  • Peruana: 25
  • Chinesa: 21
  • Sul-coreana: 17
Os locais onde estão os helpers estrangeiros:
  • Centro de cuidados especiais a idosos (tokubetsu yougo roujin home): 84 funcionários
  • Asilos para idosos e portadores de deficiência (tsuusho kaigo): 26 funcionários
  • Cuidados a domicílio (houmon kaigo): 16 funcionários
  • Asilos cobertos pelo seguro de saúde (kaigo roujin hoken shisetsu): 14 funcionários
Entre os desafios que precisam ser melhorados em relação aos estrangeiros, as instituições responderam:
  • 88,3% leitura
  • 22,5% conversação
A província de Shizuoka conta com 7.631 instituições para cuidado de idosos e assistência social, que empregam cerca de 30 mil funcionários.
Procura por estrangeiros aumentou 60%
A constante falta de trabalhadores na área de assistência a idosos tem aumentado a procura pelos trabalhadores estrangeiros. As 697 instituições que estão com as vagas abertas representam um aumento de 60% em relação ao ano passado.
Até 2013 as contratações de helpers estrangeiros estava aumentando
Como uma forma de incentivo, o governo japonês estuda algumas medidas, como a ampliação de cursos de capacitação e aumento do salário em cerca de 10 mil ienes por pessoa.
Mas diferente de outros serviços mais simples, a área de assistência social exige um esforço maior por parte dos estrangeiros, que inclui a compreensão do idioma, costumes e domínio da leitura e conversação.
Segundo a reportagem, a província está disposta a elaborar um manual para facilitar a capacitação dos estrangeiros na área.
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